Em Braga, presidente da APA diz que Portugal precisa “correr” para cumprir metas do lixo

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado, lamentou hoje que Portugal mande para aterro 50% dos resíduos e alertou que “é preciso correr e mudar” porque a meta é reduzir para 10% até 2035.

Em declarações aos jornalistas em Braga, onde participou numa ação de sensibilização da campanha “Vamos Lixar o Lixo”, José Pimenta Machado foi direto na análise sobre o desempenho do país em matéria de resíduos.

“As más notícias são que nos últimos sete anos os nossos números estagnaram na recolha seletiva, não passam dos 20%. Queremos aumentar muito, e aumentar muito nos biorresíduos (…). E mais de 50% dos resíduos vão para aterros. Em Portugal já não se consegue fazer novos aterros. Portanto a aposta é mesmo a montante, na recolha e em prevenir, produzir menos resíduos. Essa é a esperança”, disse.

O presidente da APA recordou algumas das metas nacionais em matéria de resíduos para sublinhar o apelo à separação e, ao lado do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, e do presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, lembrou que o esforço é de todos, incluindo da tutela e das autarquias.

“Temos uma meta em 2035, temos de chegar a 65% [na separação de resíduos]. Portanto, temos de andar, temos de correr. E, como disse, enviámos mais de 50% dos resíduos para a terra e temos que reduzir até 2035 a 10%. Temos aqui um grande desafio para o país. Estamos todos convocados para isto”, sublinhou.

A campanha “Vamos Lixar o Lixo” está a percorrer o país com uma estrutura física onde há material expositivo, informação e jogos especialmente dedicados às crianças e jovens e aberto à visita das escolas, como destacou João Manuel Esteves.   

“Estes mais novos têm uma grande vantagem, que é a vantagem de nos obrigar a todos a pensar. Temos que fazer melhor, temos que separar (…). Queremos uma economia circular, que é aquela que aproveita exatamente aquilo que nós deitamos fora, transformando em valor”, disse o governante, realçando a importância desta campanha que se realiza no verão por ser o período do ano em mais lixo se produz.

“É no verão que produzimos mais resíduos. É no verão, nestes quatro meses, de junho a setembro, que o país produz 40% dos resíduos em Portugal. Cada um de nós produz, anualmente, meia tonelada de resíduos. São 519 quilos por ano, 1,4 quilos por dia. E nesses 1,4 quilos por dia, os biorresíduos representam 40%”, referiu o presidente da APA.

Pimenta Machado adicionou outro apelo: “o melhor resíduo é aquele que não é produzido daí a nossa aposta na prevenção, nas nossas escolhas diariamente porque, muitas vezes, estamos a enterrar produtos com valor, se separar consigo valorizar, consigo fazer um produto, consigo fazer o tal gás verde”.

Depois do foco no verão, a campanha “Vamos Lixar o Lixo” continua até ao fim do ano.

O ‘roadshow’ integra um teste sobre o conhecimento da população sobre a adequada separação de resíduos, um simulador de consumo sustentável que identifica o perfil do consumidor, oficinas para a criação de obras de arte com materiais reciclados, ou jogos. Integra ainda um “mural das desculpas”, com as desculpas muitas vezes apresentadas para não se separar corretamente os resíduos.

A APA, um instituto público integrado na administração indireta do Estado, é a entidade responsável pela implementação das políticas de ambiente em Portugal, com competências de monitorização, planeamento e avaliação, licenciamento e fiscalização.

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Presidente da APA diz que Portugal precisa “correr e mudar” para cumprir metas sobre resíduos

Em declarações aos jornalistas em Braga, onde participou numa ação de sensibilização da campanha “Vamos Lixar o Lixo”, José Pimenta Machado foi direto na análise sobre o desempenho do país em matéria de resíduos.

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado, lamentou hoje que Portugal mande para aterro 50% dos resíduos e alertou que “é preciso correr e mudar” porque a meta é reduzir para 10% até 2035.

Em declarações aos jornalistas em Braga, onde participou numa ação de sensibilização da campanha “Vamos Lixar o Lixo”, José Pimenta Machado foi direto na análise sobre o desempenho do país em matéria de resíduos.

“As más notícias são que nos últimos sete anos os nossos números estagnaram na recolha seletiva, não passam dos 20%. Queremos aumentar muito, e aumentar muito nos biorresíduos (…). E mais de 50% dos resíduos vão para aterros. Em Portugal já não se consegue fazer novos aterros. Portanto a aposta é mesmo a montante, na recolha e em prevenir, produzir menos resíduos. Essa é a esperança”, disse.

O presidente da APA recordou algumas das metas nacionais em matéria de resíduos para sublinhar o apelo à separação e, ao lado do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, e do presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, lembrou que o esforço é de todos, incluindo da tutela e das autarquias.

“Temos uma meta em 2035, temos de chegar a 65% [na separação de resíduos]. Portanto, temos de andar, temos de correr. E, como disse, enviámos mais de 50% dos resíduos para a terra e temos que reduzir até 2035 a 10%. Temos aqui um grande desafio para o país. Estamos todos convocados para isto”, sublinhou.

A campanha “Vamos Lixar o Lixo” está a percorrer o país com uma estrutura física onde há material expositivo, informação e jogos especialmente dedicados às crianças e jovens e aberto à visita das escolas, como destacou João Manuel Esteves.

“Estes mais novos têm uma grande vantagem, que é a vantagem de nos obrigar a todos a pensar. Temos que fazer melhor, temos que separar (…). Queremos uma economia circular, que é aquela que aproveita exatamente aquilo que nós deitamos fora, transformando em valor”, disse o governante, realçando a importância desta campanha que se realiza no verão por ser o período do ano em mais lixo se produz.

“É no verão que produzimos mais resíduos. É no verão, nestes quatro meses, de junho a setembro, que o país produz 40% dos resíduos em Portugal. Cada um de nós produz, anualmente, meia tonelada de resíduos. São 519 quilos por ano, 1,4 quilos por dia. E nesses 1,4 quilos por dia, os biorresíduos representam 40%”, referiu o presidente da APA.

Pimenta Machado adicionou outro apelo: “o melhor resíduo é aquele que não é produzido daí a nossa aposta na prevenção, nas nossas escolhas diariamente porque, muitas vezes, estamos a enterrar produtos com valor, se separar consigo valorizar, consigo fazer um produto, consigo fazer o tal gás verde”.

Depois do foco no verão, a campanha “Vamos Lixar o Lixo” continua até ao fim do ano.

O ‘roadshow’ integra um teste sobre o conhecimento da população sobre a adequada separação de resíduos, um simulador de consumo sustentável que identifica o perfil do consumidor, oficinas para a criação de obras de arte com materiais reciclados, ou jogos. Integra ainda um “mural das desculpas”, com as desculpas muitas vezes apresentadas para não se separar corretamente os resíduos.

A APA, um instituto público integrado na administração indireta do Estado, é a entidade responsável pela implementação das políticas de ambiente em Portugal, com competências de monitorização, planeamento e avaliação, licenciamento e fiscalização.

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Braga: Praça da República recebe roadshow nacional “Vamos Lixar o Lixo”

A Praça da República, em Braga, transformou-se no epicentro da sustentabilidade com o arranque do roadshow nacional “Vamos Lixar o Lixo”. A iniciativa, que decorre entre hoje, 3 de julho, e o próximo domingo, 5 de julho de 2026, é promovida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), contando com o apoio do Fundo Ambiental e cofinanciamento de fundos europeus. O grande objetivo passa por sensibilizar e mobilizar a comunidade para a correta separação e valorização dos biorresíduos (resíduos orgânicos).

A apresentação oficial do evento na icónica “Arcada” de Braga reuniu governantes, autarcas e dirigentes ambientais, sendo marcada pela forte presença de cerca de 150 crianças oriundas de colégios e IPSS do concelho.

O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, sublinhou o impacto crucial da campanha para a estratégia local, apontando que este projeto surge no momento certo para uma cidade que cresce de forma contínua e que precisa de ajustar as suas respostas ambientais a essa dinâmica demográfica.

O autarca bracarense colocou o foco na educação, destacando a aposta estratégica na formação dos mais novos. Para João Rodrigues, educar desde cedo para a importância da separação garante que as novas gerações cresçam conscientes de que os resíduos orgânicos têm valor e que o seu tratamento correto faz toda a diferença para o ecossistema urbano.

A relevância nacional do evento foi validada pelo Secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, que classificou o compromisso com a reciclagem como algo importante para todos, vinculando-o à meta de construir um “Portugal limpo” através de ações de proximidade.

Por sua vez, o Presidente da APA, José Pimenta Machado, alertou para os desafios sazonais da sustentabilidade. O responsável lembrou que a chegada do verão e o aumento do turismo potenciam uma maior produção de lixo, tornando o reforço destas campanhas de sensibilização ainda mais urgente junto de residentes e visitantes para evitar que a matéria orgânica acabe depositada desnecessariamente em aterros sanitários.

Ao longo de todo o fim de semana, o espaço do roadshow vai disponibilizar atividades lúdicas, pedagógicas e dinâmicas interativas destinadas às famílias, transformando os cidadãos em agentes ativos na promoção de uma cultura de responsabilidade ambiental.

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Portugal precisa “correr e mudar” para cumprir metas sobre resíduos, diz presidente da APA em Braga

Em declarações aos jornalistas em Braga, onde participou numa ação de sensibilização da campanha “Vamos Lixar o Lixo”, José Pimenta Machado foi direto na análise sobre o desempenho do país em matéria de resíduos.

“As más notícias são que nos últimos sete anos os nossos números estagnaram na recolha seletiva, não passam dos 20%. Queremos aumentar muito, e aumentar muito nos biorresíduos (…). E mais de 50% dos resíduos vão para aterros. Em Portugal já não se consegue fazer novos aterros. Portanto a aposta é mesmo a montante, na recolha e em prevenir, produzir menos resíduos. Essa é a esperança”, disse.

O presidente da APA recordou algumas das metas nacionais em matéria de resíduos para sublinhar o apelo à separação e, ao lado do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, e do presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, lembrou que o esforço é de todos, incluindo da tutela e das autarquias.

“Temos uma meta em 2035, temos de chegar a 65% [na separação de resíduos]. Portanto, temos de andar, temos de correr. E, como disse, enviámos mais de 50% dos resíduos para a terra e temos que reduzir até 2035 a 10%. Temos aqui um grande desafio para o país. Estamos todos convocados para isto”, sublinhou.

A campanha “Vamos Lixar o Lixo” está a percorrer o país com uma estrutura física onde há material expositivo, informação e jogos especialmente dedicados às crianças e jovens e aberto à visita das escolas, como destacou João Manuel Esteves.

“Estes mais novos têm uma grande vantagem, que é a vantagem de nos obrigar a todos a pensar. Temos que fazer melhor, temos que separar (…). Queremos uma economia circular, que é aquela que aproveita exatamente aquilo que nós deitamos fora, transformando em valor”, disse o governante, realçando a importância desta campanha que se realiza no verão por ser o período do ano em mais lixo se produz.

“É no verão que produzimos mais resíduos. É no verão, nestes quatro meses, de junho a setembro, que o país produz 40% dos resíduos em Portugal. Cada um de nós produz, anualmente, meia tonelada de resíduos. São 519 quilos por ano, 1,4 quilos por dia. E nesses 1,4 quilos por dia, os biorresíduos representam 40%”, referiu o presidente da APA.

Pimenta Machado adicionou outro apelo: “o melhor resíduo é aquele que não é produzido daí a nossa aposta na prevenção, nas nossas escolhas diariamente porque, muitas vezes, estamos a enterrar produtos com valor, se separar consigo valorizar, consigo fazer um produto, consigo fazer o tal gás verde”.

Depois do foco no verão, a campanha “Vamos Lixar o Lixo” continua até ao fim do ano.

O ‘roadshow’ integra um teste sobre o conhecimento da população sobre a adequada separação de resíduos, um simulador de consumo sustentável que identifica o perfil do consumidor, oficinas para a criação de obras de arte com materiais reciclados, ou jogos. Integra ainda um “mural das desculpas”, com as desculpas muitas vezes apresentadas para não se separar corretamente os resíduos.

A APA, um instituto público integrado na administração indireta do Estado, é a entidade responsável pela implementação das políticas de ambiente em Portugal, com competências de monitorização, planeamento e avaliação, licenciamento e fiscalização.

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado, lamentou esta sexta-feira que Portugal mande para aterro 50% dos resíduos e alertou que “é preciso correr e mudar” porque a meta é reduzir para 10% até 2035.

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Portugal precisa “correr e mudar” para cumprir metas sobre resíduos, diz presidente da APA em Braga

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado, lamentou esta sexta-feira que Portugal mande para aterro 50% dos resíduos e alertou que “é preciso correr e mudar” porque a meta é reduzir para 10% até 2035.

Em declarações aos jornalistas em Braga, onde participou numa ação de sensibilização da campanha “Vamos Lixar o Lixo”, José Pimenta Machado foi direto na análise sobre o desempenho do país em matéria de resíduos.

“As más notícias são que nos últimos sete anos os nossos números estagnaram na recolha seletiva, não passam dos 20%. Queremos aumentar muito, e aumentar muito nos biorresíduos (…). E mais de 50% dos resíduos vão para aterros. Em Portugal já não se consegue fazer novos aterros. Portanto a aposta é mesmo a montante, na recolha e em prevenir, produzir menos resíduos. Essa é a esperança”, disse.

O presidente da APA recordou algumas das metas nacionais em matéria de resíduos para sublinhar o apelo à separação e, ao lado do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, e do presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, lembrou que o esforço é de todos, incluindo da tutela e das autarquias.

“Temos uma meta em 2035, temos de chegar a 65% [na separação de resíduos]. Portanto, temos de andar, temos de correr. E, como disse, enviámos mais de 50% dos resíduos para a terra e temos que reduzir até 2035 a 10%. Temos aqui um grande desafio para o país. Estamos todos convocados para isto”, sublinhou.

A campanha “Vamos Lixar o Lixo” está a percorrer o país com uma estrutura física onde há material expositivo, informação e jogos especialmente dedicados às crianças e jovens e aberto à visita das escolas, como destacou João Manuel Esteves.

“Estes mais novos têm uma grande vantagem, que é a vantagem de nos obrigar a todos a pensar. Temos que fazer melhor, temos que separar (…). Queremos uma economia circular, que é aquela que aproveita exatamente aquilo que nós deitamos fora, transformando em valor”, disse o governante, realçando a importância desta campanha que se realiza no verão por ser o período do ano em mais lixo se produz.

“É no verão que produzimos mais resíduos. É no verão, nestes quatro meses, de junho a setembro, que o país produz 40% dos resíduos em Portugal. Cada um de nós produz, anualmente, meia tonelada de resíduos. São 519 quilos por ano, 1,4 quilos por dia. E nesses 1,4 quilos por dia, os biorresíduos representam 40%”, referiu o presidente da APA.

Pimenta Machado adicionou outro apelo: “o melhor resíduo é aquele que não é produzido daí a nossa aposta na prevenção, nas nossas escolhas diariamente porque, muitas vezes, estamos a enterrar produtos com valor, se separar consigo valorizar, consigo fazer um produto, consigo fazer o tal gás verde”.

Depois do foco no verão, a campanha “Vamos Lixar o Lixo” continua até ao fim do ano.

O ‘roadshow’ integra um teste sobre o conhecimento da população sobre a adequada separação de resíduos, um simulador de consumo sustentável que identifica o perfil do consumidor, oficinas para a criação de obras de arte com materiais reciclados, ou jogos. Integra ainda um “mural das desculpas”, com as desculpas muitas vezes apresentadas para não se separar corretamente os resíduos.

A APA, um instituto público integrado na administração indireta do Estado, é a entidade responsável pela implementação das políticas de ambiente em Portugal, com competências de monitorização, planeamento e avaliação, licenciamento e fiscalização.

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Reciclar nas férias: o que está cada entidade a fazer para travar a quebra de verão

Julho e agosto são, todos os anos, os meses mais críticos para a produção de resíduos em Portugal. O calor, as deslocações, o turismo e a alteração das rotinas fazem disparar o volume de lixo produzido – e, ao mesmo tempo, tornam mais frágil o hábito de separar para reciclar. Perante este cenário, e com o país a falhar pelo segundo ano consecutivo as metas europeias de reciclagem de embalagens, as entidades que gerem o sistema de resíduos em Portugal têm vindo a multiplicar campanhas, investimentos e novos mecanismos para inverter a tendência.

Agência Portuguesa do Ambiente: reciclar primeiro as desculpas

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) lançou o terceiro momento da campanha “Vamos lixar o lixo”, desta vez dedicado precisamente à época do ano em que a produção de resíduos mais aumenta. Sob o mote “reciclar as desculpas”, a iniciativa desafia os portugueses a abandonar justificações comuns durante as férias – “isso vai tudo para o mesmo sítio”, “o caixote está longe”, “nas férias não quero ter trabalho” – e a manter a separação de resíduos mesmo fora da rotina habitual.

A campanha, desenvolvida pela agência Nossa e divulgada pela Nova Expressão em televisão, rádio, meios digitais, imprensa e outdoors, integra ainda um roadshow itinerante de 18 dias por todo o país, que inclui um mural reunindo as principais desculpas dadas pelos cidadãos para não separar corretamente o lixo. A APA aproveita também para relembrar que, nas zonas onde não existe ainda recolha seletiva de biorresíduos implementada, os cidadãos devem contactar diretamente o respetivo município. A iniciativa prolonga-se até ao final de 2026, com atualizações no site da campanha.

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