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Olá Bom Dia CMTV

A agência portuguesa do ambiente quer alertar todosos portugueses para os objectivos da reciclagem e para as metas europeias de gestão de resíduos, tendo em conta que Portugal ocupa uma posição abaixo da média europeia.

Actualmente um dos principais problemas é o esgotamento da capacidade dos aterros sanitários. O repórter da CMTV foi saber junto dos portugueses, se fazem uma correta separação, durante as férias.

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SIC – Primeiro Jornal

As garrafas e latas que não têm o símbolo Volta podem continuar a ser vendidas até esgotar o stock. A Agência Portuguesa do Ambiente alterou as regras para evitar prejuízos em cafés, restaurantes e supermercados, mas o sistema continua a provocar críticas dos consumidores por mau funcionamento e por ter levado a um aumento dos preços.

Com comentário de José Pimenta Machado, presidente Agência Portuguesa do Ambiente.

Reduzir e reciclar. Portugal produz montanha de 1.800.000 de quilos de lixo no verão

No arranque de agosto, mês em que mais resíduos urbanos são produzidos em Portugal, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) lembra a necessidade de produzir menos lixo e de o separar corretamente. Porque o melhor resíduo é aquele que não é produzido.

Há um novo momento da campanha “Vamos Lixar o Lixo”, que alerta para a época do ano na qual se verifica um maior aumento na produção de resíduos urbanos. “Entre junho a setembro, produzimos cerca de 1,8 milhões de toneladas de resíduos urbanos [1.800.000 quilos], que é um número impressionante, sendo que o mês de agosto é o mesmo mês do ano que produzimos mais resíduos, na ordem dos 480 mil toneladas”, explica José Pimenta Machado. Ou seja, 480 milhões de quilos de lixo.

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente apela, por isso, à prevenção e à separação. “Prevenção. Essa tem que ser a primeira prioridade. Produzir menos resíduos. Sempre que vamos ao supermercado, devemos evitar a dispersão alimentar, fazer compras mais sustentáveis e reutilizar as embalagens, que é fundamental”, garante.

“Depois, devemos separar o lixo, lembrando-nos que um resíduo colocado no contentor certo transforma-se em recurso. Isso é fundamental quer para o papel, para o vidro, para os plásticos e agora para os bioresíduos – os restos alimentares, que já pesam cerca de 38 a 40% nos resíduos urbanos que produzimos”, adianta o presidente da APA.

“Tudo o que nós podermos fazer aos bioresíduos é fundamental para melhorar o nosso desempenho na recolha separativa dos resíduos”, sublinha José Pimenta Machado.

Quanto às zonas do país onde, em agosto, se produz mais lixo, “são as zonas com mais turismo, onde temos mais gente que nos visita”. “Isso é bom para a economia portuguesa, mas temos mais gente a produzir resíduos”, lembra.

“E portanto é nas zonas onde há mais turismo, naturalmente o Algarve, mas toda a faixa litoral onde temos mais gente que nos visita, temos mais turismo e temos mais produção de resíduos.” José Pimenta Machado lembra, ainda, que o país produz, anualmente, 5,5 milhões de toneladas de resíduos e, em 2025, “aumentámos a pressão de resíduos em 1,3%”. “Isto é: vamos passar a 5,6 milhões de toneladas de resíduos urbanos.

Temos que inverter isto, e portanto há para lançar uma campanha este ano, fazendo um apelo fundamental que é na área da prevenção, insisto, e depois na área da separação”, detalha o presidente da APA.

Fonte

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Bom dia CMTV

Nesta rúbrica que decorreu no programa “Bom dia”, da CMTV, os apresentadores Rúben Pacheco e Luciana Abreu explicaram a correcta separação de resíduos, enquanto preparavam uma receita de panquecas de banana. Desta forma, através dos ingredientes e suas embalagens esclareceram qual o ecoponto adequado para cada tipo de resíduo.

Esta iniciativa é um novo passo, na campanha de sensibilização da Agência Portuguesa do Ambiente “Vamos separar o lixo antes que o futuro se lixe”.

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Reportagem NOW

A Agência Portuguesa do Ambiente lançou a campanha “Vamos lixar o lixo antes que o futuro se lixe”, visando a correta separação de resíduos urbanos. Estima-se que cerca de 3 milhões de toneladas de lixo mal separado vão parar a aterros, que têm capacidade para apenas mais 3 a 5 anos. Municípios como Matosinhos, Porto e Póvoa de Varzim apostam em iniciativas como recolha seletiva, porta-a-porta e projetos-piloto de pagamento por separação.

A campanha conta com o apoio do Fundo Ambiental e financiamento do Portugal 2030.

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Notícias dos Famosos

A Agência Portuguesa do Ambiente lançou uma campanha de comunicação para sensibilizar a para a necessidade de separação dos resíduos. Até domingo pode aprender mais sobre a reciclagem e biorresíduos e também ganhar vários brindes. Esta rubrica apresentou uma activação da APA, no Norte Shopping.